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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Grupo esperança participa da 11ª Parada livre em SM


   O grupo esperança participa da 11ª Parada livre em Santa Maria, mostrando o projeto esquina sem homofobia, o único do tipo no estado do Rio Grande do Sul, com divulgação por meio de banners , cartazes e demais insumos ao publico alvo.








Contou-se com a participação da Drag-queen Dandara Rangel (Alcione).


Grupo esperança participa da messa de abertura, com o projeto esquina sem homofobia, com ênfase nos cartazes e banners ilustrados na mesa referente ao projeto esquina sem homofobia.


 Grupo esperança com sua equipe de trabalho divulgando o projeto esquina sem homofobia.



Equipe de trabalho: Neida , Teresinha e Aguinaldo.


Equipe de trabalho com Drag-queen Dandara Rangel






 Equipe de trabalho com o professor da universidade de Santa Maria Benhur Pinos , juntamente na presença do presidente do grupo esperança João Inacio Silva.






Leticia(segunda da esquerda para direita) do grupo esperança de Alegrete, recebeu a premiação pelo trabalho realizado contra a homofobia.



Vista superior do público presente na 11ª Parada gay de Santa Maria.




Leticia(segunda da esquerda para direita) do grupo esperança de Alegrete, recebeu a premiação pelo trabalho realizado contra a homofobia.







 Equipe de trabalho, juntamente na presença do presidente do grupo esperança João Inacio Silva.





sexta-feira, 26 de agosto de 2011

HOMOFOBIA- PROJETO ESQUINA SEM HOMOFOBIA


Estes vídeos, mostram um pouco sobre o assunto homofobia, vídeos que fazem parte da propaganda proposta pelo grupo esperança de Alegrete, fazendo parte do projeto ESQUINA SEM HOMOFOBIA. O Grupo Esperança, é uma Organização não Governamental de utilidade pública municipal. O Grupo Esperança atua no município de Alegrete, porém atende todas as pessoas que buscam apoio na instituição, o objetivo é  informar, prevenir, encaminhar aos serviços públicos de saúde, estimular o tratamento, melhorar a qualidade de vida, recompor laços familiares e reinserir na sociedade.

Abaixo temos diversos videos que tratam do assunto homofobia, confiram!!








                                           video



video




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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Imagens Propaganda- Grupo Esperança





Projeto - Esquina sem homofobia










Projeto Inédito em Alegrete

          PROPOSTA DE PROJETO


TÍTULO DO PROJETO:  Esquina Sem Homofobia
Área Temática : Prevenção
Nome da Instituição: Grupo Esperança                CNPJ: 04370671/0001-03
Presidente da Instituição: João Inácio Machado Silva
Coordenador: João Inácio Machado Silva
População-Alvo:  GLBT e HsH

DESCRIÇÃO DO PROJETO

O projeto Esquina Sem Homofobia, visa conscientizar o público alvo (Gays e de outros HSH, travestis, profissionais do sexo masculino, jovens homossexuais de 14 a 19 anos) dos riscos eminentes na prática do sexo. Este público vive em setor de risco, e no Município não existe nenhum projeto ou ação voltada a esta situação, aumentando assim a incidência de contaminação e reinfecção do vírus HIV.
Desta forma o projeto quer realizar suas atividades e ações diretas nos meios em que o público alvo freqüenta. O projeto irá realizar atividades periódicas nos pontos de encontros, bares, eventos e praças, de maneira inovadora e que além de envolver os mesmos irá chamar atenção dos demais dependentes diretamente ou indiretamente do público alvo. Suas ações serão através de oficinas temáticas, musicais com letras de prevenção ao HIV e apresentações artísticas, envolvendo o grupo. Pois desta forma começa o incentivo a não descriminação. Prevemos que com as ações propostas o projeto irá minimizar a taxa anual do Município de contaminação do vírus HIV através do sexo entre homens.
Situação Epidemiológica:
Segundo dados epidemiológicos disponíveis, a categoria de exposição Homo, Bissexual teve uma leve diminuição a partir de 1994, com 17,7% dos casos notificados, no entanto, a  partir de 1998, essa categoria teve um aumento significativo no número de casos, passando a representar 20,6% dos casos. Segundo dados do Ministério da Saúde, os Homossexuais têm até 11 vezes mais probabilidade de se infectarem por hiv/aids, uma das particularidades da Região Sul do País é que diferentemente das outras regiões onde a epidemia encontra-se estabilizada,  a região sul estabilizou-se num patamar alto e com tendência ao crescimento.

Justificativa do projeto:
O projeto “Esquina sem Homofobia ” busca conscientizar ou  chamar a atenção do público alvo sobre cuidados básicos e prevenção da AIDS.
Ainda vivemos numa sociedade, onde os homossexuais são vistos como pessoas inferiores, que atentam contra os princípios da sociedade, principalmente com relação a educação machista e hererossexista que recebemos, permanecendo constantemente numa situação de vulnerabilidade pessoal, social e programática que facilita entre outras coisas a infecção por hiv/aids e outras DSTs, afinal de contas, se os homossexuais não se sentem parte do todo, por que então tomas os cuidados necessários com sua saúde? Tentar despertar essa consciência de responsabilidade social e pessoal é extremamente importante para que os homossexuais se vejam como cidadãos, consequentemente uma melhor qualidade de vida será alcançada.
Os dados não são claros, mas se os dados gerais indicam que a categoria de exposição Homo, Bissexual representa 20,6% da epidemia do Rio Grande do Sul, esse dado por si só, dá o aval para execução desse projeto, que além de focar-se na prevenção das DST/hiv/aids, trabalhará no viés dos direitos humanos.

População-alvo

- Gays e de outros HSH freqüentadores de pontos de encontros do público alvo (bares, boates, cafés e postos de gasolina);
- Travestis e outros HSH profissionais do sexo (locais de prostituição da região).
- Jovens homossexuais entre 14 a 19 anos.

Objetivo Geral
Desenvolver ações de educação, promoção à saúde e prevenção às DST/HIV/AIDS, junto à população de Homossexuais, profissionais do sexo masculino, Travestis e Transexuais. E também despertá-los para as questões individuais e coletivas relacionadas ao exercício pleno da cidadania, direitos humanos e auto-estima.

Estimativa de cobertura populacional
Diretamente 360 pessoas.
Indiretamente 4.000 pessoas

Área geográfica de abrangência

Município de Alegrete:

Centro:
Por estar concentrado o maior número do público-alvo: bares, boates, praças, postos de combustíveis, escolas Estaduais, Universidades e locais de pegação,
                       
Bairro:
Por concentrar alta taxa de escolaridade baixa, onde propicia a discriminação e falta de conhecimento, levando aumento de índice de contaminação do vírus HIV e maior número de casa de prostituição.

Trevos, saídas e entradas da cidade:
Por ser a passagem de caminhoneiros, que é um agente marcante de envolvimento com o público-alvo.

Métodos e técnicas / Metodologia

Primeira etapa: (02 mês) Capacitação da equipe que fará as intervenções comportamentais a respeito de: melhor a qualidade de vida dos GLBT, epidemia de aids, conceitos, dados bio-fisiológicos, aspectos sócio-culturais, DST. Drogas: uso/abuso, lícitas, ilícitas, prostituição e mitos, direitos humanos, direitos das pessoas com HIV/Aids.

Segunda etapa: Ação direta junto ao público-alvo, nos locais de trabalho dos mesmos, ou seja, nos bares, nas casas, nos postos de combustíveis e locais determinados de ponto de encontro deste público. Com intervenções de acordo com o ambiente, formas diferenciadas.

Ambientes noturnos: Com ações de panfletagem e distribuição de kits de prevenção (gel, camisinha masculina, cartinha), após apresentação da “Serenata da Prevenção”, que será composta por um grupo musical, vestido de forma igual ao público alvo, cantando música com letra específica de prevenção a AIDS. Apresentação de 45 min.

Eventos sociais, palestras e fórum de saúde: apresentação de taxas e índice de contaminação de HIV e performance de um transex. Apresentação de 60 min.

Escola e Universidades: Explicação do processo de contaminação de HIV com um profissional da saúde. No final distribuir kits de prevenção. Oficinas de 45 min.

Terceira etapa: reunião mensal da equipe para avaliação das metas e objetivos alcançados. Reuniões periódicas, para avaliação das ações e, realizar modificação e otimizar ações para terem resultados esperados. Duração de 60 minutos por reunião

Informações acerca da integração com Sistema Único de Saúde, PAM e outros projetos/ações com a população-alvo do presente projeto, nas mesmas áreas de abrangência:


a)    A integração se da nos contatos feitos com os ESF do bairro Saint Pastous e Bairro Piola. Onde no projeto serão realizadas capacitações para a equipe e oficinas bimestrais.
b)    O posto de saúde, indicado como parceiro, será o PAM Central, onde localiza-se o Programa de Saúde, pois é sabido que muitos desta população são portadores do virús HIV, ou doentes de AIDS. A articulação se dá coma coordenação Dra. Elizabeth Souza, cedência de sala para os encontros, aconselhamento.
c)    Trabalhando a prevenção das DST/HIV/AIDS
d)    Alegrete está contemplado com o PAM, onde também o Grupo Esperança está incluído, como parceiros nas ações. Iremos trabalhar a cidadania e prevenção deste publico alvo. Não há no Município projetos ou ações que contemplam esta população.
e)    O grupo Esperança desenvolve á 11 anos pequenas ações com esta população, mas sem um projeto específico, fazemos bimestralmente visitas de conscientização nas casas de profissionais do sexo, abordagens nos locais de pe gação, com distribuição de informativos e material de prevenção, o publico alvo procura sempre nossa instituição para esclarecimentos e redimir dúvidas, sempre no combate a HOMOFOBIA. Nossas ações são bem recebidas e procuradas.
           No projeto “Esquina sem Homofobia”, estaremos inovando as nossas ações através de duas novas iniciativas: “Serenata da Prevenção”, que será um quarteto musical que irão cantar em bares, esquinas e lugares noturnos, com música popular e letra adaptada com texto de prevenção da AIDS e contágios de DST e uma performanse o    AS ´PERFORMANSE, para atrair não só este publico , mas também. a  população em geral, pois este projeto além visar o GLBT, estaremos atingindo vários HSH e gays não assumidos, fazendo que os mesmos saiam do "Armário".


Previsão de insumos

Quantidade:
Preservativos masculinos: 10.000
Saches de gel: 10.000
Cálculo:
- 360 pessoas diretamente, distribuindo 03 insumos por pessoa darão 1080, sobrando 8920 para os indiretos.
- A instituição não realizou negociação prévia com o Estado.
- Iremos obter com o Município os insumos.
- Sendo assim a origem do Município.
- Houve negociação prévia com o Município.


Descrição das Atividade
Resultados esperados

Atividades



R1
Aumentar conhecimento sobre contaminação por HIV
A1
Capacitar multiplicadores para desenvolver o projeto


A2
Criar cartilha e folder sobre contágio do vírus HIV


A3
Realizar oficinas sobre orientação sexual e dados e
 índice de contágio por HIV



R2
Diminuir índice de contaminação por HIV
A1
Distribuir cartilha e folder sobre os riscos de
contaminação por HIV


A2
Visitar lugares de alto risco de contaminação –
 distribuir kits de prevenção


A3
Envolver a Comunidade através de ações in loco



           R3
Diminuir o preconceito
A1
Levar conhecimento de forma diferenciada através
da música e performance


A2
Envolver homossexuais nas atividades


A3
Falar sobre prevenção do contágio de HIV em todos
os meios sociais. 






 Objetivos específicos

Objetivos

Resultados esperados
01
Realizar ação inexistente no
 município de prevenção.
R1
Aumentar o conhecimento sobre
 contaminação por HIV.
02
Prevenir sobre o contágio de HIV 
R2
Diminuir índice de contaminação por HIV
03
Combater a Hemofobia
R3
Diminuir o preconceito.
04

R4



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Projeto Esquina sem Homobofia

    A capacitação de multiplicadores para trabalharem no projeto teve início neste mês: 09/7 no PAM (Posto de Atendimento Médico), a enfermeira Bianca Cassarotto abordou as Doenças Sexualmente Transmissíveis; dia 13/7 no CEREST (Centro de Referência de Saúde do Trabalhador), o médico Décio S. Peres falou sobre as Hepatites Virais.
   
No Município não existia nenhum trabalho voltado ao público alvo (gays e de outros HSH, travestis, profissionais do sexo masculino, jovens homossexuais de 14 a 19 anos de idade). O presidente do Grupo Esperança, João Inácio Silva ressalta a importância do projeto, diminuindo a incidência das DSTs e HIV/Aids, assim como o incentivo a não discriminação.


sábado, 30 de abril de 2011

A extinção das ONGs AIDS é uma vergonha nacional






A extinção das ONGs AIDS é uma vergonha nacional





Por George Gouvea


Nos últimos anos, a falta de recursos tem sido uma realidade para as ONGs/AIDS em nosso país. Elas, que já foram consideradas um dos principais alicerces da resposta brasileira à epidemia da AIDS, hoje correm sério risco de extinção por diversos motivos. Entre eles podemos citar, principalmente, a falsa impressão de que a AIDS em nosso país esta resolvida. Uma falácia assombrosa, uma vez que foram notificados mais de 182.000 novos casos de AIDS, e mais de 57.000 seres humanos perderam suas vidas em decorrência da mesma, entre 2005 e 2009.
Esta mentira provoca uma grande redução dos recursos que, historicamente, vinham de organizações internacionais para o combate à AIDS no Brasil. Além disto, os Governos, tanto no plano Federal, Estadual e Municipal omitem-se de forma criminosa e não se entendem quanto a devida utilização dos recursos dos Planos de Ações e Metas (PAM). Esta omissão acaba provocando novas infecções pelo HIV em milhares de pessoas, colocando suas vidas em risco.
No caso dos Governos, podemos usar como exemplo o Estado onde resido, o Estado do Rio de Janeiro, que ocupa, no plano nacional, a terceira posição em casos de AIDS notificados, entre 2007 e 2010. Além disto, no Brasil ele é o segundo colocado em taxa de incidência de casos de AIDS por 100.000 habitantes; na região sudeste ocupa, lamentavelmente, o 1º lugar - “medalha de ouro” -. Apesar disto, este estado (sim, com letra minúscula) não repassa os recursos do PAM para as ONGs/AIDS, há cinco anos. São mais de R$ 4.000.000,00 (isto mesmo, quatro milhões de reais) de recursos que estão parados, imobilizando e extinguindo o trabalho de prevenção, de promoção da saúde, de defesa dos direitos fundamentais das pessoas vivendo com HIV/AIDS, de apoio psicológico, assessorias jurídicas, grupos de convivência e tantos outros. Devemos lembrar que nós, ONGs/AIDS chegamos aonde a falta de vontade política e o braço engessado do Estado não chega.
Para justificar o injustificável, para explicar o inexplicável, o Estado do Rio de Janeiro, através de seus porta-vozes, alegam que financiaram a participação de ativistas em congressos e na publicação de materiais informativos. Uma brincadeira de mau gosto. Estamos falando em salvar vidas, evitar novos casos de AIDS, fornecer informação de qualidade para a população e dar apoio efetivo as pessoas soropositivas e seus familiares.
Cabe, também, a sociedade, de um modo geral, e aos empresários, de forma particular, parte da responsabilidade sobre este assunto. A AIDS existe e esta entre nós, não tem cura, não escolhe idade, credo, sexo, classe social, orientação sexual e nem grupo étnico. Os recursos do exterior são bem vindos, mas a luta contra a AIDS deve ser de toda a sociedade brasileira, e ela deve participar, inclusive, ajudando na manutenção das ONGs/AIDS. Por que as grandes empresas se omitem em patrocinar ONGs/AIDS,? Uma pergunta sem resposta...
Diante deste quadro, repleto de omissões, falhas, desprezo pela vida humana, inércia e insensibilidade, só resta uma certeza, a extinção das ONGs/AIDS em curto prazo e o recrudescimento da epidemia de AIDS em nosso pais, alcançando milhões de brasileiro.

*Dados Boletim Ministério da Saúde – Ano VII/no 01/2010


v Artigo publicado no site de noticias Agencia AIDS
v Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/site/artigo.asp?id=356
v George Gouvea é Psicanalista e Presidente do Grupo Pela Vida/RJ
v Contato: george.gouvea@pelavidda.org.br










George Gouvea